15/02/2012

LOCALIZAÇÃO DO NOSSO LAR

LOCALIZAÇÃO DO NOSSO LAR

O campo magnético da Terra dividido em sete esferas, seguindo a tradicional concepção dos sete céus de que nos falam os antigos estudiosos das coisas espirituais.

Na realidade, cada uma dessas divisões compreende outras, conforme asseguram os Espíritos.

A primeira esfera comporta o Umbral "grosso", mais materializado, de regiões purgatoriais mais dolorosas e de cujas organizações comunitárias, conquanto estejam tão próximas, temos poucas notícias.

A segunda esfera abriga o Umbral mais ameno, onde os Espíritos do Bem localizam, com mais amplitude, sua assistência, e onde estão situadas as "Moradias". Cada desenho, semi-retangular, que está assinalado nessa região, representa uma "Moradia".

A terceira esfera, a rigor, ainda faz parte do Umbral, pois, sendo de transição, abriga Espíritos necessitados de reencarnação.

Nessa terceira esfera se localiza a cidade "Nosso Lar", num ponto situado sobre a cidade do Rio de Janeiro e com uma altura que não podemos definir, mas que se encontra na ionosfera.

Sobre estas três esferas, os livros de André Luiz nos dão notícias, retratando edificações e organizações mantidas pelos Espíritos do Bem, tendo em vista o socorro e a assistência a Espíritos mais atrasados, bem como nos dizem das condições em que vivem os Espíritos sofredores fora do amparo dessas organizações.

Ao que se deduz das narrativas do citado Mensageiro, as esferas espirituais se distinguem por vibrações distintas, que se apuram à medida que se afastam do núcleo.

Sabemos que a Terra é um grande magneto que se projeta no Espaço, mantendo um campo magnético ativo e diferenciado que comporta as esferas espirituais, de modo que, por exemplo, quando se contrabalançam os magnetismos da Terra e de Marte, tocando-se, os dois mundos se interpenetram, pelas suas esferas extremas.

Mas, da Crosta até esse limite, os continentes e os mares se projetam, e onde o Espírito estiver situado pela sua identidade vibratória, seja onde for nesse vasto espaço magnético, sob seus pés terá terra firme e sobre sua cabeça céu aberto, já que seus sentidos não estarão aptos para perceberem as esferas que lhe estão acima.
Nessa posição terá a mesma geografia planetária que nos corresponde e o mesmo horário nosso, pois estará sob o mesmo fuso horário.

Lendo André Luiz, quando descreve a segunda e a terceira esferas, percebemos que, em ambas, há chão firme, sólido, terra fértil que se cobre de vegetação. Se assim é, fácil é perceber-se que, para seus habitantes, nós estamos vivendo no interior da Terra.

Percebe-se, também, nos livros de André Luiz, que os Espíritos que estão acima podem transitar pelas esferas que lhe estão abaixo, mas os Espíritos que estão nas esferas inferiores não podem, sozinhos, passar para as esferas superiores.

O trânsito entre as esferas se faz por maneiras diversas. Por "estradas de luz", referidas pelos Espíritos como caminhos especiais, destinados a transporte mais importante. Através dos chamados "campos de saída", que são pontos nos quais as duas esferas próximas se tocam. Pelas águas, de se supor as que circundam os continentes.

À página 50, de Libertação, 9a. ed., encontramos referências aos "campos de saída".

Quando relata a maneira pela qual, em sonho, passou para uma esfera superior, André Luiz se refere a uma embarcação, com um timoneiro sustendo o leme, e com movimento de ascenção, indo sair à frente de um porto, tudo indicando que a passagem se deu através das águas do oceano.

Claro que se tratam de alguns aspectos rudimentares dessa questão importantíssima que é a das esferas espirituais da Terra. No futuro, por certo, os Espíritos, sobre essa e outras questões importantes, farão mais luz, ensejando-nos compreender mais um pouco o mundo que se encontra acima de nossa fronteira 
vibratória. é o que se deduz da afirmação contida à página 85, do livro "Os Mensageiros", 14a. ed., e que transcrevemos, encerrando este capítulo:

"(. ..) Há, porém, André, outros mundos sutis, dentro dos mundos grosseiros, maravilhosas esferas que se interpenetram. O olho humano sofre variadas limitações e todas as lentes físicas reunidas não conseguiriam surpreender o campo da alma, que exige o desenvolvimento das faculdades espirituais para tornar-se perceptível.
A eletricidade e o magnetismo são duas correntes poderosas que começam a descortinar aos nossos irmãos encarnados alguma coisa dos infinitos potenciais do invisível, mas ainda é cedo para cogitarmos de êxito completo. Somente ao homem de sentidos espirituais desenvolvidos é possível revelar al­guns pormenores das paisagens sob nossos olhos.
A maioria das criaturas ligadas à Crosta não entende estas verdades, senão após perderem os laços ffsicos mais grosseiros. É da lei que não devemos ver senão o que possamos observar com proveito."
Heigorina Cunha
http://www.comunidadeespirita.com.br/